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A criopreservação é a técnica que possibilita que amostras de células estaminais fiquem guardadas durante longos períodos de tempo (15, 20 e 25 anos) sem que percam a sua viabilidade.
 
A opção por criopreservar as amostras de sangue e tecido de cordão umbilical está hoje indubitavelmente justificada pelas inúmeras amostras já resgatadas para terapias celulares.
 
Da extensa lista de doenças que hoje são tratadas com sangue do cordão umbilical, destacamos:
 
Em contexto autólogo (dador e receptor o mesmo indivíduo):
                - Leucemia linfoblástica aguda
                - Tumores sólidos (ex. neuroblastoma ou retinoblastoma)
                - Anemia aplástica adquirida
                - Síndrome de Shwachman-Diamond
                - SCID com deficiência de Adenosina Deaminase (ADA-SCID)
 
Em contexto alogénico (dador e receptor pessoas diferentes, por exemplo entre irmãos):
                - Leucemia mielóide aguda
                - Leucemia mielóide crónica
                - Doença de Hodgkin
                - Linfomas não-Hodgkin
                - Anemia refractária
                - Mielofibrose
                - Anemia aplástica
                - Anemia de Fanconi
                - Aplasia eritróide pura
                - Síndrome de Evans
                - Anemia falciforme
                - SCID ligada ao cromossoma X
                - Adrenoleucodistrofia
                - Doença de Gunter
 
Ensaios clínicos:
                - Acidente vascular cerebral (AVC)
                - Diabetes tipo 1
                - Doença cardíaca congénita
                - Paralisia cerebral