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A recolha do sangue e tecido do cordão umbilical realiza-se na altura do parto. Trata-se de um procedimento bastante simples, completamente indolor quer para o bebé como para a mãe. É realizada pela equipa médica que assiste ao parto.
 
Após o parto, o sangue e tecido do cordão umbilical são enviados para o laboratório.
 
Mal o sangue e o tecido chegam ao laboratório, são realizados inúmeros exames para avaliar o seu estado, colhendo-se uma pequena amostra para enviar para um laboratório de análises clínicas para verificar se existe alguma contaminação vírica ou bacteriana.
 
Desde logo se mede o volume de sangue umbilical recolhido na altura do parto. Quanto maior o volume maiores serão as probabilidades de sucesso na criopreservação.
 
Faz-se uma contagem dos leucócitos e verifica-se a sua viabilidade celular, ou seja, quantas células estão vivas.
 
Concluindo que a amostra reúne as condições necessárias para mais tarde ser utilizada numa terapia celular, inicia-se o processo de separação celular: Das várias células que constituem o sangue, separamos as mais valiosas – as células estaminais.
Seguidamente avança-se para o processo de congelação. Começa por arrefecer a amostra até aos 4°C, adicionando ao mesmo tempo um crioprotector – DMSO.
 
Dos 4°C congela-se a amostra até aos 120°C negativos. Todo este procedimento é controlado para garantir a viabilidade celular.

Findo este processo, coloca-se a amostra no tanque de criopreservação, abastecido por azoto líquido, que garante uma temperatura de 196°C negativos.